Tocadas pelo vento,
Sombras vagueiam , indocéis
pelas vertices d'alma
Camarinhas, salgam a face do silêncio
Estrangulam-se pelo medo e pela angústia
Arde o pensamento,
Celulas, fibras
e nervos
Em convulsão misturam-se as idéias
Arrebatam- as do rés do chão
Já não há hipoxia
Não existem mais estilhaços
Atrás das couraças
Nem no fundo do mar
O vento soprou o exilo,
e as pavras....
terça-feira, 24 de agosto de 2010
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